|
As Medicinas Alternativas, Tradicionais e Complementares produzem
um amplo espectro de reações - do entusiasmo ao total ceticismo. Apesar disso, o uso da Medicina Tradicional mantém-se difundido
nos países em desenvolvimento e o uso de Medicina Alternativa e Complementar aumenta rapidamente nas nações desenvolvidas.
Segundo o WHO -Traditional Medicine Strategy 2002-2005, publicação da OMS destinada
ao estímulo e normatização dos estudos das Medicinas Tradicionais e Terapias Alternativas, 70% dos canadenses, 49% dos franceses, 48% dos australianos
e 42% dos norte americanos já utilizaram ao menos uma vez a Medicina Alternativa e Complementar para buscar saúde ou bem-estar.
Algo semelhante ocorre em países em desenvolvimento, como a Índia (70%) e outras nações africanas (Benin, 80%; Ruanda, 70%)
que, no entanto, utilizam as Medicinas Tradicionais para cuidados primários de saúde. Em muitas partes do mundo profissionais
de saúde, instituições oficiais e a sociedade estão trabalhando com questões sobre segurança, eficácia, qualidade, disponibilidade
e demais elucidações desses tipos de cuidados de saúde. Segundo o WHO - General Guidelines for Metodologies on Research and Evaluation of Tradictional Medicine, estão incluídos nas Medicinas Alternativas e Complementares
a acupuntura e técnicas terapêuticas baseadas em procedimentos como a quiroprática, do-in (ou digitopuntura), chikung, yoga,
medicina termal, outras formas de terapias físicas e mentais e o Tai-Chi Chuan, sendo este último, o objeto de nosso estudo.
|